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O que deve incluir um manual de marca?

Recebeu o logótipo, os ficheiros e um PDF com algumas páginas. Meses depois, precisa de fazer um cartaz e não sabe que tom de azul usar, nem se o logótipo pode ir por cima da fotografia. É esse o problema que um manual de marca resolve. Não é um documento bonito para arquivar, é o que lhe permite usar a marca sem voltar a quem a criou. O que deve lá estar Fundamentos da marcaO que a marca é, para quem, o que a distingue e em que tom comunica. Duas ou três páginas, mas são as que dão sentido a tudo o resto. Logótipo e variaçõesA versão principal e as alternativas: horizontal, vertical, símbolo isolado, versão para fundos escuros. Cada uma existe para um contexto, e o manual deve dizer qual. Regras de utilizaçãoO espaço mínimo à volta do logótipo, o tamanho mínimo a que ainda se lê, e o que não fazer: esticar, mudar as cores, aplicar sombras, pôr sobre fundos que não têm contraste. CoresNão basta dizer “azul-escuro”. O manual dá os códigos exatos para cada suporte: HEX e RGB para digital, CMYK para impressão, Pantone quando aplicável. Sem isto, a cor muda de material para material. TipografiaAs fontes da marca, quais usar em títulos e em texto, e uma alternativa para quando a fonte principal não está disponível em Word, no Canva, num email. Elementos gráficosPadrões, ícones, formas, tratamento de imagem. É o que faz um material ser reconhecível como seu mesmo sem logótipo visível. AplicaçõesExemplos reais: cartões, assinatura de email, publicações, documentos, embalagem. Mostrar é mais útil do que explicar. O que costuma faltar Os ficheiros de origemUm PDF não chega. Precisa do logótipo em vetor (AI, EPS ou SVG) para impressão e em PNG com fundo transparente para uso digital. Se só recebeu JPG, não tem a marca, tem uma imagem dela. Templates editáveisO manual diz como deve ficar. Os templates poupam-lhe o trabalho de o fazer de raiz de cada vez. A fonte propriamente ditaUma fonte paga tem licença. Se o manual indica uma fonte que não recebeu, fica dependente de quem a tem. Quanto deve ter Depende da dimensão do negócio, não da vaidade do documento. Para uma marca pessoal ou um negócio pequeno, dez a vinte páginas chegam, desde que cubram o essencial. Manuais de oitenta páginas impressionam na entrega e nunca mais são abertos. O teste é simples: se alguém que não trabalhou no projeto conseguir aplicar a marca corretamente só com o manual, está bem feito. Para que serve, na prática Quando contrata alguém: um fotógrafo, uma gráfica, quem lhe gere as redes. Enviar o manual poupa explicações e evita surpresas. Quando cresce: quem entra na equipa aplica a marca sem precisar de perguntar. Quando manda imprimir: as cores saem como deve ser à primeira. Quando quer poupar tempo: deixa de decidir de novo o que já foi decidido. E se já tem marca mas não tem manual É comum, sobretudo em marcas que cresceram aos poucos. Nesse caso não é preciso recomeçar: documenta-se o que existe, corrige-se o que estiver inconsistente e organiza-se tudo num só sítio. Normalmente é mais rápido e mais barato do que se espera. Quer a sua marca documentada e pronta a usar? Conte-nos o que tem em mãos. Respondemos em 48 horas úteis. Pedir orçamento
Quando faz sentido fazer um rebranding?

Mudar a imagem de uma marca não é uma decisão estética. É uma decisão de negócio e a maior parte das vezes é tomada pelas razões erradas. Há dois erros comuns: fazer rebranding porque a marca já enjoou, ou adiá-lo durante anos porque dá trabalho e parece caro. Nenhum dos dois tem a ver com o que o negócio precisa. Os sinais de que faz sentido O negócio mudou e a marca nãoComeçou a fazer uma coisa e hoje faz outra. Mudou de público, subiu de preço, profissionalizou-se. Se a imagem continua a ser a de quando começou, está a comunicar o negócio que já não tem. Tem vergonha de mostrarEvita partilhar o site. Manda o Instagram em vez do cartão. Se a marca já não o representa, isso nota-se na forma como a apresenta e nota-se do outro lado. Atrai os clientes erradosRecebe pedidos de quem procura barato, ou pede sempre desconto. A imagem é o primeiro filtro de preço que existe: comunica o que vale antes de o dizer. Não se distingue da concorrênciaSe trocasse o logótipo pelo de um concorrente e ninguém notasse, a marca não está a fazer o trabalho dela. Cresceu sem direçãoUm logótipo feito por alguém, um site por outra pessoa, o Instagram por uma terceira. Cada peça isolada até está bem, juntas não parecem a mesma empresa. Os sinais de que não faz sentido As vendas estão em baixoUm rebranding não resolve um problema comercial. Se o produto não está a vender, a causa pode estar no preço, na oferta, na distribuição ou na comunicação, e nenhuma delas se resolve com um logótipo novo. Está farta de a verVocê vê a sua marca cem vezes por dia. Os seus clientes veem-na uma vez por mês. O cansaço é seu, não deles. Viu uma marca bonitaCopiar a estética de outra empresa é a forma mais rápida de ficar igual a toda a gente, e de perder o que já era seu. Mudou há menos de três anosUma marca precisa de tempo para ser reconhecida. Mudar cedo demais desfaz o reconhecimento que já tinha construído. Rebranding ou branding de raiz? São coisas diferentes e o preço reflete isso. Rebranding é atualizar o que existe. Mantém-se o essencial (o nome, o que a marca representa, o que já é reconhecido) e renova-se a expressão visual. Faz sentido quando o posicionamento está certo e só a imagem ficou para trás. Branding de raiz é recomeçar. Faz sentido quando o problema não é a imagem, mas o que está por baixo dela: não se sabe bem o que a marca é, para quem, nem o que a distingue. A pergunta que separa os dois: se lhe pedissem para explicar a sua marca em duas frases, conseguia? Se não, o problema não é visual. O que uma marca nova não resolve Um preço que não faz sentido. Um serviço mal definido. Falta de clientes por falta de visibilidade. Processos desorganizados. Um rebranding torna a marca coerente e mais fácil de vender. Não substitui o trabalho de perceber o que se está a vender e a quem. O que envolve Um rebranding bem feito começa pela estratégia (posicionamento, público, o que distingue) e só depois passa ao visual. Termina com tudo documentado, para poder aplicar sem depender de ninguém. Em termos de prazo, conte com quatro a oito semanas, conforme o âmbito. Acha que chegou a altura de renovar a sua marca? Conte-nos o que tem em mãos. Respondemos em 48 horas úteis. Pedir orçamento
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